quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

CANALIZAÇÃO 14 - CHEGOU O MOMENTO DE ABANDONAREM O CONFLITO NA VOSSA CONSCIÊNCIA

Amados irmãos,
Assalamu Alaikum!

Segue abaixo a última canalização da irmã russa TATYANA MICKUSHINA, a qual possuo. Existem mais canalizações e à medida que recebê-las, vou postando para todos.
A canalização do Sr. El Morya, refere-se aos conflitos existentes em nossa consciência, o legado sobre a Antiga Verdade e a um determinado tema: a Teosofia.
Para que não leu nada a respeito, vou publicar no próximo post um dos principais livros teosóficos, para que vocês conheçam um pouco mais sobre a Teosofia e o porque da frase: "Não existe religião superior à Verdade".
Espero que gostem!

* Abaixo da canalização, postei um texto sobre Sr. El Morya.

Paz e luz na senda,

R. Doche
- A chave é você!-


CHEGOU O MOMENTO DE ABANDONAREM O CONFLITO NA VOSSA
CONSCIÊNCIA
Senhor Morya.

EU SOU El Morya! Eu vim!
Amados, não me reconheceram? Escutem com atenção a minha vibração. Há algo que
habita para lá de todas as palavras e imagens, e esse algo é a Realidade Divina que não
pode ser confundida com qualquer outra coisa. Eu vim desta Realidade mais elevada
para vos dar o ensinamento seguinte.
Na minha última encarnação como El Morya, vim com o objectivo de transmitir aos
discípulos no Ocidente uma parte do conhecimento secreto que tinha estado ao alcance
apenas de alguns iniciados, desde os tempos da antiga Lemúria e Atlântida. O acesso a
este conhecimento foi aberto apenas a alguns desses Iniciados, que encarnaram algumas
vezes com o objectivo de manter acesa a chama da Verdade neste mundo de elevada
densidade material.
Embora o Fogo do Verdadeiro Conhecimento nunca se tenha extinguido, ele só era
acessível a um número muito limitado de pessoas, tendo-se o seu acesso mantido bem
resguardado de neófitos e leigos.
Nós, os três Mestres El Morya, Kuthumi e Djwhal Khul, encarnamos no século 19 e
tivemos a oportunidade de compartilhar parte deste conhecimento secreto. Conseguimos
criar a "Sociedade Teosófica", com o objectivo de disseminar esse conhecimento.
Devido à atitude negativa do Ocidente em relação a tudo o que vem da Índia e do
Tibete, desvalorizando o seu nível de conhecimentos em comparação com o possuído
pelas melhores mentes da época, tivemos de agir através de mediadores capazes de
receber e transmitir imagens e conhecimentos de acordo com a mentalidade
prevalecente na época. O mediador que recebeu essa informação foi Helena Blavatsky,
nossa fiel discípula e seguidora. Também utilizamos alguns indivíduos oriundos da
aristocracia inglesa para ajudarem na difusão das nossas ideias.
Uma série de livros foram escritos sob a nossa inspiração. Revimos cuidadosamente,
todas as informações que deveriam ser publicadas para expor e explicar a Verdade. E,
na verdade todos os trabalhos publicados através de Blavatsky continham a Verdade,
mas o material transmitido foi apresentado numa forma intencionalmente complicada,
de modo que o acesso a essa Verdade só fosse possível às almas que dispusessem das
chaves necessárias à sua identificação.
A nossa tarefa foi brilhantemente conseguida. Deixamos na Terra a prova material dessa
antiga Verdade sob a forma dos livros impressos por Blavatsky, embora a sua autoria
verdadeira tivesse certamente sido nossa.
Conseguimos atingir o objectivo que nos tínhamos proposto. O pensamento criativo das
melhores mentes ocidentais foi orientado na direcção certa. E as sementes do
conhecimento semeado conseguiram germinar em muitas doutrinas esotéricas do século
seguinte.
Não fomos capazes de fazer chegar os nossos Ensinamentos à Rússia. Embora este país
fosse o mais receptivo para os receber, foram feitas inúmeras tentativas por parte das
forças da ilusão no sentido de impedir que eles estivessem aí disponíveis. Assim, a sua
divulgação na Rússia foi adiada durante um século inteiro. E quando finalmente lá
chegou, esse conhecimento já havia sido diluído e superado por muitos outros
ensinamentos que tinham sido transmitidos a partir do continente americano.
E embora o Conhecimento apresentado nos trabalhos publicados por Blavatsky
estivesse na raiz desses ensinamentos esotéricos publicados na América (Movimento I
AM, Summit Lighthouse…), as distorções materialistas típicas da mentalidade
americana deformaram-nos numa extensão significativa.
A forma deliberadamente confusa como a informação foi revelada destinou-se a impedir
que a verdade chegasse a pessoas impreparadas. A sua única vantagem era o facto de
encorajar as pessoas mais cultas a ler as obras de Blavatsky, cuja autenticidade é por nós
confirmada, uma vez que participámos nós próprios na sua criação.
No entanto, as mentes dos nossos discípulos mais sinceros ficaram confusas com as
contradições entre as novas doutrinas americanizadas e aquelas que tínhamos
originalmente dado. Como aqueles novos ensinamentos eram apresentados numa
linguagem simples e clara, eram preferidos pelos nossos discípulos e seguidores.
Mas chegou o momento em que se tornou absolutamente necessário esclarecer a
contradição principal. E ele refere-se ao assunto da queda dos anjos e à questão da
queda de Lúcifer.
No ano passado, tentou-se dar uma explicação mais simples destes eventos através de
nossa mensageira Tatyana, explicando e esclarecendo a descrição que tinha sido
anteriormente apresentada em "A Doutrina Secreta" de Helena Blavatsky.
E agora devo regressar a este assunto novamente, pois ele começou a preocupar os
nossos melhores discípulos. É precisamente porque ele é referido em "A Doutrina
Secreta" que insistimos no seu estudo mais atento.
Na verdade, chocam-se neste momento dois pontos de vista, duas abordagens diferentes
da história da humanidade e da concepção da evolução do Universo. Por um lado, existe
a abordagem típica da filosofia oriental que se encontra reflectida nos sistemas
religiosos da Índia e do Tibete; por outro, existe a abordagem inerente à mentalidade
ocidental assente na ideologia peculiar do pensamento cristão e nas novas doutrinas
americanizadas acima mencionadas.
Estando geograficamente situada entre o Oriente e o Ocidente, a Rússia tem o potencial
para absorver e integrar os dois sistemas filosóficos. É por isso que viemos mais uma
vez através de um mensageiro russo esclarecer a situação. Os temas da queda dos anjos
e da rebelião dita de Lúcifer são melhor explicadas nas obras que inspiramos durante a
nossa encarnação. É por isso que chegou o momento de reavaliar o conhecimento dado
no passado e de expandir a vossa consciência sobre estas verdades. Sempre que
reflectirem sobre este assunto, não se esqueçam que cada um de vocês possui um destes
“anjos caídos” no vosso interior, que conhecem com a designação de “Corpo Búdico ou
Cristo Interno”.
Vocês não podem lutar contra uma parte de si mesmos. A vossa tarefa é ajudar este anjo
caído a regressar à sua casa Divina. Mas os vossos quatro corpos inferiores,
sobrecarregados pelo karma acumulado ao longo de inúmeras encarnações na Terra,
têm-vos impedido de o fazer.
É por isso que todos os esforços devem ser direccionados para superar a parte ilusória
de vós mesmos, o vosso ego e o karma acumulado e para elevar a vossa consciência
para o nível Crístico, o nível do vosso “Anjo-Guardião”. Esse é o próximo estágio de
evolução que irá ter lugar, independentemente da vossa insistência em manterem-se
presos a qualquer sistema que vos encerre numa via de confronto ou conflito. Releiam
os ensinamentos de Cristo e Buda. Será que eles vos sugeriram que lutassem contra os
“anjos caídos”?
Despendemos muito esforço e energia para superar a resistência da consciência externa
de Tatyana em relação às ideias sobre “anjos caídos” divulgadas através dos
mensageiros da América. Os tempos mudaram e é necessário que se elevem a um novo
nível de compreensão da Verdade Divina.
Vocês podem decidir especular. Mas não se esqueçam que existem prazos cósmicos a
cumprir. E aqueles que não o conseguirem ficarão certamente pelo caminho.
Eu Sou El Morya Khan.

Fonte: Canalizações da Grande Fraternidade Branca Universal
Por Tatyana Mickushina


Mestre El Morya


Chohan do Primeiro Raio, sustenta os atributos divinos da fé, força, poder, proteção e Vontade Divina.




Mestre El Morya é o Chohan (diretor ou dispensador) do Primeiro Raio ou Azul, que corresponde aos atributos divinos da Vontade Divina, fé, proteção, coragem e força. Seu raio gêmeo é Miriam e seu templo etérico localiza-se sobre a cidade de Darjeeling, na India. A música para entrar em sintonia com a energia desse majestoso mestre é Pomp and Circunstance, de Elgar.
Em sua última encarnação terrena, foi El Morya Khan, filho do monarca de Bangladesh. Nesta existência, ele renunciou ao trono do qual era herdeiro e abraçou a vida religiosa, tendo ascencionado em 1888. Muitas foram as obras de Mestre El Morya no serviço à Luz.

Ele foi Matusalém, o homem que viveu quase mil anos mencionado na Bíblia. Foi iniciado e instruído em vida por seu pai Enoch, com o qual construiu O Grande Templo Sagrado que não sobreviveu as guerras e saques ao longo da História. Seu padrinho espiritual era Melquizedec (para muitos, Sanat Kumara). Viveu também como Abraão, o patriarca do Povo Hebreu, sempre citado pela fiel obediência a Deus e ao Plano Divino.
Determinação, firmeza e liderança são os mais marcantes traços de El Morya, que encarnou vários reis como Nabucodonosor, da Babilônia (630 aC); Leônidas, de Esparta (532 aC); Melchior, um dos reis magos que deu aporte energético ao nascimento de Jesus; e Arthur, o unificador dos clãs da Inglaterra no século VI. Na Mongólia, foi imperador duas vezes entre os séculos XIV e XV: como Akbar, o Grande, que unificou seu povo e transmitiu-lhe os valores do monoteísmo; e Shah Jahan, o lendário construtor do Taj Mahal, um monumento ao amor até hoje cultuado no islamismo.
Em duas de encarnações na Inglaterra, foi canonizado pela Igreja Católica. Numa foi Thomas Becket (1118 - 1170), arcebispo de Canteburry martirizado por desafiar os desmandos do rei Henrique II. Na outra, Thomas Morus (1478 - 1535), pensador, estadista e advogado, escritor da obra Utopia, um tratado sobre a justiça e a igualdade social. Por suas idéias avançadas e polêmicas, foi preso e decapitado a mando de Henrique VIII.

Diz Mestre El Morya:
"A vontade de Deus é o bem. A Vontade de Deus quer a criatura livre. A Vontade de Deus quer ajustar o eixo da Terra e assim restabelecer o equilíbrio do clima. A Vontade de Deus quer que toda pessoa, por si própria, obtenha o suprimento de suas necessidades diárias. A Vontade de Deus quer que desapareçam as doenças, as mortes, as limitações de toda sorte e o desequilíbrio da mente e do corpo; quer que desapareçam a indisciplina, a impureza e a grosseria; quer que novamente brilhe a Luz Fundamental; quer que a Terra ostente, outra vez, as cores claras e brilhantes e a beleza que possuía ao ser concluída pelo Elohin."

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